Mas, esperem aí…
Se o último post está minimamente correto e se não me falha a lógica básica, o ideal então seria estarmos sempre atentos ao que acontece em sala de aula? Vermos as relações como dinâmicas entre indivíduos, não é? Não exigirmos da prática pedagógica uma única verdade e sim uma praxis que vai se construindo na medida em que vamos atuando. Um equilíbrio em dinâmica para o qual não há respostas prontas…
Afe…que trabalhão! Só de pensar nisso me dava uma canseira! E a canseira não era o pior, porque eu nunca fui de me assustar com trabalho!
O pior, naquele início de carreira e início de vida, do alto de meus dezenove anos, era a noção que eu tinha de que equilíbrio era coisa chata! Nada mais chato do que ser equilibrado! E eu lá vim ao mundo pra ficar na corda bamba? Onde é que está minha vida hollywoodiana em que as aulas são mega-shows ou tragédias em três atos? Equilíbrio uma ova!
Porém, se eu queria ensinar – e eu queria – teria que buscar o chato do equilíbrio!
Hummmmmmmmmmm