By the Way, havia um inglês no meio do caminho

11/12/2008

Treinando para ser Ninja…

Vigilância constante e dedicação total: Eu assistia filmes com legenda em português e tentava identificar as palavras. Copiava em um caderno. Quando ouvia algo que não reconhecia, buscava compreender o som por aproximação e depois buscava os correspondentes mais prováveis em um dicionário. Eu não me importava de ler e reler a lição um milhão de vezes! Afinal de contas, era totalmente compulsiva. Observava os “erros” cometidos nas legendas, comparando-as com o que era dito nos filmes. Estava longe de entender o processo de redução porque passam as frases ditas para caberem em legendas de tamanho mínimo. Tinha especial orgulho dos palavrões e gírias que aprendia. Achava simplesmente o máximo! Era daquelas criaturas chatas que interrompe o filme para dizer: “Não foi isso que ele disse!”. Hoje estou moderadamente mais controlada. Mas às vezes ainda perco a linha.

Foi mais ou menos nessa época que viajei para os Estados Unidos pela primeira (e única) vez.

Certo, fica para a próxima postagem, então…

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