By the Way, havia um inglês no meio do caminho

16/12/2008

Nota em DNO (Diário Não-Oficial)

Gostaria de pedir desculpas a todos os alunos e alunas com quem alguma vez eu já tenha usado a estratégia do “envilecida” (ver post anterior). Eu sei que era golpe baixo, que não tem desculpa, porém gostaria que soubessem que doeu mais em mim do que eu vocês.

Caso você, que está me lendo agora, seja um desses alunos, somente posso dizer que realmente sinto muito e que a tal estratégia era algo envilecido por meus problemas egóicos (???).

Resumindo: tava morrendo de medo de ter que dar aula para vocês!!!

Pronto, eu disse.

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2 Comentários »

  1. Olá
    Vi o endereço do seu blog na comunidade “English Teachers do Brasil”, então resolvi dar uma olhadinha e para ser sincera eu adorei. Fui como você. Estudo inglês há 6 anos e particularmente ainda não me considero fluente. Trabalho em uma equipe de desenvolvimento de materiais didático, sou auxiliar, e lá todos falam inglês muito bem, aliás chega a ser invejável a maneira como eles se expressam. Eu morro de vergonha de conversar com eles, pois sei que ~quando eu abro a boca eles já mudam o expressão do rosto, devem pensar “Essa inútil quer falar”, “a tosconilda resolveu abrir a boca” etc. Sempre que falo alguma coisa em inglês, rola um certo clima de tensão. Não sei se é só da minha parte, mas não parece. Tenho mais um ano e meio de curso e espero conquistar a segurança que eu tanto preciso para me comunicar com os outros.
    Você está de parabéns pelo blog, pois são poucas as pessoas que aceitam falar ou contar o caminho difícil que precisou passar para chegar até a fluência.

    Um forte abraço e sucesso!

    Comentário por Claudia — 16/12/2008 @ 22:43 | Responder

    • Olá, Claudia!!!
      Fiquei muito feliz quando li seu comentário… Que bom que você resolveu entrar aqui e se expor! É normal que a gente se sinta insegura no começo de nossa labuta, o tal “clima de tensão”, a gente nem sabe se somos nós que estamos vendo coisas ou se são os outros julgando o tempo inteiro mesmo, né? (acho que um pouco dos dois, na verdade). O grande problema é não termos como/ com quem falar sobre isso. Porque, na minha opinião, falar outro idioma não é só saber usar meia dúzia de verbos, ter vocabulário ou saber sobre diferenças culturais: a gente praticamente tem que se reiventar, reinventar nossa personalidade, para se adequar à uma nova língua. A língua que a gente fala está tão entranhada em quem a gente é que começar a falar outra língua é quase como começar a “ser gente” do zero naquele outro idioma. E, a maioria dos textos, não fala sobre isso, né? Seja bem-vinda, volte sempre e compartilhe sempre suas experiências…
      Beijos!

      Comentário por sabinemendes1 — 17/12/2008 @ 12:58 | Responder


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