By the Way, havia um inglês no meio do caminho

06/03/2009

Confesso que fiz repetir…

Confesso também que, preparando-me para o curso que me tiraria do mercado informal, gostava da sensação de fazer as outras pessoas repetirem. Sim, sim, é verdade! Já não posso guardar esse segredo cruel comigo. Sinto-me baixa querendo posar de comunicativa quando na verdade lá está minha origem: na repetição infinita de situações pré-calculadas, baseadas em amostragens lingüísticas.

Levem-me ao paredão! Já não me importo mais!

Hoje em dia, seria mais fácil o meu feijão ficar bem feito do que eu basear uma aula inteira em repetição e behaviorismo (percebam que sou péssima cozinheira!). No entanto, naquela época, havia um certo prazer em uma metodologia regrada, baseada em linguistic chunks (pedaços/trechos lingüísticos) nem sempre muito bem contextualizados.

Era bom, para alguém que duvidava profundamente de seu direito de ensinar alguma coisa, ter listas do que fazer, como fazer e uma espécie de garantia tácita de que, ao passar por todas aquelas repetições, seu aluno sairia falando inglês.

Além do mais, colegas, foi assim que eu aprendi. Ou não?
Voltaremos a isso!

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