By the Way, havia um inglês no meio do caminho

06/03/2009

Nota de Imprensa: Não quero cuspir no prato que comi.

Espero sinceramente que aqueles que defendem o método audiolingual e suas variações perdoem-me por meu ponto de vista particular, pessoal e intransferível. Gostaria de dizer que, ao longo dos tempos, venho cada vez menos endemonizando métodos, metodologias e abordagens e percebendo que, sem atenção ao que há de humano no aluno ou aluna que você tenta atingir, não há como ensinar nada. Também percebi depois de onze anos, que a mescla de abordagens de acordo com cada contexto é quase sempre a forma mais eficiente de ensinar.

Respirem fundo e não se esqueçam: eu aprendi assim, repetindo! Não cuspo no prato que comi, tampouco creio que seja a melhor maneira de aprender.

Em seguida, voltaremos a nossa programação normal…

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