By the Way, havia um inglês no meio do caminho

23/05/2009

Eu não sou equilibrista pra ficar na corda bamba…

Mas, esperem aí…

Se o último post está minimamente correto e se não me falha a lógica básica, o ideal então seria estarmos sempre atentos ao que acontece em sala de aula? Vermos as relações como dinâmicas entre indivíduos, não é? Não exigirmos da prática pedagógica uma única verdade e sim uma praxis que vai se construindo na medida em que vamos atuando. Um equilíbrio em dinâmica para o qual não há respostas prontas…

Afe…que trabalhão! Só de pensar nisso me dava uma canseira! E a canseira não era o pior, porque eu nunca fui de me assustar com trabalho!

O pior, naquele início de carreira e início de vida, do alto de meus dezenove anos, era a noção que eu tinha de que equilíbrio era coisa chata! Nada mais chato do que ser equilibrado! E eu lá vim ao mundo pra ficar na corda bamba? Onde é que está minha vida hollywoodiana em que as aulas são mega-shows ou tragédias em três atos? Equilíbrio uma ova!

Porém, se eu queria ensinar – e eu queria – teria que buscar o chato do equilíbrio!

Hummmmmmmmmmm

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